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segunda, 23 de abril de 2018
Polícia

Morte de gerente financeiro em latrocínio continua sob investigação pelo 4º DP

14 Set 2008 - 12h34Por Redação São Carlos Agora
Os policiais civis do 4º Distrito Policial, que tem no comando o delegado Geraldo Souza Filho ainda investigam o latrocínio ocorrido contra o gerente financeiro Ruy Nery Malmegrin, 49, no início do mês de agosto.

O suspeito, Rodrigo Adriano Soares, 32, que havia passado à Polícia o nome de José Fernando da Silva, 29, da cidade de Campinas, continua preso. Ele responde há vários crimes nas cidades de Ribeirão Preto, Limeira, Bauru, dentre outras localidades. O acusado nega o crime contra Malmegrim.Na última sexta-feira, o delegado Geraldo Souza Filho, falando à reportagem disse que o caso ainda continua sob investigação e que até o momento, a Polícia Civil não tem provas suficientes para atribuir à ele a culpabilidade pelo crime contra o gerente administrativo.
Segundo a autoridade que preside o inquérito policial, o operário identificado pela alcunha de “Alemão”, não possui nenhuma passagem pela polícia e no decorrer das investigações provou documentalmente com cartão de ponto e testemunhas que no dia do crime estaria trabalhando na empresa em que presta serviços. “Ele já foi descartado como um dos suspeitos por comprovar que no momento do crime estava trabalhando, inclusive almoçava com demais funcionários que foram ouvidos pela investigação. Nós comprovamos que ele estava falando a verdade, então ele não participou deste crime por que ele estava trabalhando o tempo todo. Nós já excluímos este rapaz como um dos suspeitos”, disse o delegado.Ainda sobre o presidiário Rodrigo Adriano Soares, 32, o “Rodrigão” Souza Filho disse que ele ainda é um dos suspeitos, mas existem poucas provas. Uma delas é o dinheiro, aproximadamente R$ 1.900 que foram encontrados em sua casa. “Ai que está, este dinheiro até o momento o Rodrigo não diz com certeza qual a origem deste dinheiro, ele fala que parte deste dinheiro, cerca de R$ 800,00, é da amasia dele e oriundo da venda de um estabelecimento comercial só que a amásia chega aqui não comprova isso documentalmente, ou através de contrato de compra e venda ou através de recibo, não me trouxe testemunha alguma ou a pessoa que vendeu o estabelecimento comercial ou que comprou este estabelecimento, então este dinheiro que ele fala que é da amásia não está comprovado e da parte dele, ele não fala que ganhou este dinheiro com trabalho de pedreiro, que seria o trabalho dele, mas ele também não fala pra quem trabalhou e quem o pagou. Então este dinheiro até agora tem origem suspeita, ele pode inclusive ser oriundo desse latrocínio ou de outros crimes que tal por ventura o Rodrigo esteja envolvido. A gente levantou que ele não estava trabalhando e que ele é uma pessoa que tem várias passagens pela polícia, já tem passagem por assalto a mão armada, é fugitivo do IPA de Bauru, estava com documento falso, se apresentou como sendo outra pessoa, quer dizer ele tem tudo que se enquadra como uma pessoa altamente suspeita para prática desse latrocínio. Outro detalhe também é que os criminosos que praticaram o latrocínio usaram uma moto de cor escura, talvez preta. Essa moto não foi localizada, mas, a própria amásia do Rodrigo, fala que ele uma vez foi a casa dela e já foi visto com uma moto preta. Ele nega que tenha esta moto preta e nega que tem habilitação para moto, que nós já comprovamos”, explicou o delegado.O delegado diz que o maior problema enfrentado é provar que Rodrigo, seria um dos assaltantes. Ele diz que por não se encontrar a arma do crime, a motocicleta e principalmente testemunhas que falem sobre o crime e o suspeito fica praticamente impossível culpá-lo pelo crime.
“Nós já tivemos acesso a filmagem interna da agência bancária e nós não observamos a presença do Rodrigo no interior do banco, então até agora o que nós temos contra o Rodrigo, são provas superficiais”, conclui a autoridade policial que pede para que pessoas que souberem deste crime ou de suspeitos, liguem ao 4º Distrito Policial pelo telefone (16) 3368-6036 e o delegado garante que a pessoa não será identificada.
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