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terça, 11 de dezembro de 2018
Polícia

Computador pode ajudar a esclarecer a morte do fotógrafo Grimberg

26 Out 2008 - 23h05Por Redação São Carlos Agora
Pode vir da Polícia Científica uma das razões para o assassinato do fotógrafo são-carlense Carlos Fonseca Grimberg, 62, que foi encontrado morto na manhã do dia 3 de setembro, no interior de seu apartamento no bairro Monte Carlo.

Envolto em mistério, o crime até a noite de ontem continuava sem qualquer solução. Aproximadamente 15 pessoas já foram ouvidas no inquérito policial que apura a morte de Carlos Grimberg, que segundo amigos e familiares, não estaria sendo ameaçado de morte ou teria se envolvido em briga com estranhos.

A Polícia Científica realiza uma varredura no computador do fotógrafo, que segundo amigos, teria por costumes, passar ás noites conectado na rede de Internet, conversando com pessoas e trocando informações e fotos. O equipamento foi apreendido dias após o sepultamento do fotógrafo. Todas as informações arquivadas nos programas do computador estão sob análise de técnicos do Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Científica que deverá em breve expedir um laudo com informações contidas nos programas gravados.

A Polícia Civil acredita que algumas informações contidas neste equipamento podem ajudar e muito nas investigações e auxiliar a esclarecer possíveis suspeitos para o assassinato ainda sem qualquer solução.

Os policiais do 2º Distrito Policial de vila Prado que tem à frente o delegado Walkmar da Silva Negré, continuam realizando levantamentos de suspeitos e ouvindo testemunhas que concordam falar. A lei do silêncio é um dos problemas que a Polícia Civil vem encontrado no Jardim Monte Carlo. Poucas pessoas se propõem a colaborar com o trabalho investigativo e muitas concordam em falar longe do bairro sobre o que teriam ouvido ou visto na madrugada do dia 3 de setembro, quando Carlos Grimberg foi assassinado.

Um dos policiais diz que o assassino estaria com muita raiva no momento em que cometeu o crime. “Esta pessoa teria estado na casa para conversar sobre algo e teria ocorrido uma discussão, seguida de luta corporal. Pelos golpes dá pra se ver que o crime foi cometido por uma pessoa que estaria com ódio. Ela não foi lá pra roubar. A pessoa tinha uma única intenção decidir sobre algo, então ocorreu o crime”, disse o policial que trabalha nas investigações.
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