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domingo, 20 de maio de 2018
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Estado vai pagar bônus de até 2,9 salários para 255 mil servidores da Educação

28 Mar 2014 - 18h30Por Portal do Governo do Estado

Cerca de 255 mil funcionários da Secretaria da Educação irão receber o bônus por resultado do Governo do Estado. Este ano, serão pagos R$ 700 milhões, cerca de 24% a mais de servidores beneficiados com até quase 3 salários (2,9 salários), em comparação ao ano passado, quando 206 mil receberam. O pagamento aos funcionários da rede estadual acontecerá na próxima segunda-feira, 31.

De acordo com o governador Geraldo Alckmin, o trabalho de um educador é um desafio permanente, que exige esforço e dedicação. "Nada mais justo, portanto, que reconhecer o trabalho dos profissionais dessa área não só por meio de uma política inédita de valorização salarial, mas também com a bonificação por desempenho", explicou.

O Governo do Estado tem uma política de valorização por mérito desde 2008. Todos os funcionários (incluindo diretores, professores, educadores e equipe de limpeza) das escolas que atingiram ou superaram as metas estabelecidas pelo Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo) podem ganhar até 2,9 salários a mais por merecimento.

Se atingida a meta do Idesp, o bônus é de 2,4 salários. Se superada a meta, o limite de bônus é de 2,9 salários. Se não atingida a meta, é calculado o avanço da escola (se avançou, por exemplo, 50% da meta, o bônus é de 1,2 salário). A equipe escolar recebe de acordo com a média da unidade. Dirigentes regionais de ensino e supervisores ganham pela média das escolas das respectivas regiões.

As faltas dos profissionais são consideradas no cálculo do bônus. Para receber a bonificação os professores devem ter atuado, no mínimo, em dois terços do ano. Ou seja, devem ter trabalhado pelo menos durante 244 dias. No caso de faltas, haverá desconto proporcional no valor do benefício. São permitidas por lei apenas ausências decorrentes de licença-maternidade, licença-paternidade, adoção e férias. Se a unidade escolar não atingir sua meta ou obteve uma nota inferior à rede estadual, seus funcionários não têm direito ao bônus por desempenho.

Neste ano, o cálculo do bônus traz novidades e ganha mais um critério para seu pagamento. Ao cálculo atual, foi acrescentado um índice de nível socioeconômico. O índice, que varia de 0 a 10, leva em consideração a situação socioeconômica dos estudantes, como renda mensal familiar, casa própria, entre outros. Este fator é acrescido aos atuais índices e multiplicado por aquele que tiver o maior número: o Idesp da escola em relação à rede estadual ou se a unidade alcançou ou não a meta estabelecida. O maior prevalece.

"Os resultados estão mostrando avanços importantes nos primeiros anos do ensino fundamental, na alfabetização dos alunos com 7 anos e no novo modelo de escolas de tempo integral, entre outros. Mas há muito o que avançar, e o empenho destes profissionais será fundamental para continuar melhorando a educação em São Paulo", finalizou Alckmin. 

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