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terça, 16 de outubro de 2018
Brasil

Acima dos 40ºC, seis cidades do Estado de São Paulo batem recorde de calor histórico

15 Out 2014 - 09h24Por Tempo Agora

Os paulistanos sentiram na pele o calor extremo que é visto em cidades do interior do Brasil. Seis cidades tiveram temperatura maior que 40ºC e bateram o recorde histórico. A temperatura chegou aos 40,6ºC em Valparaíso e aos 40,5ºC em Lins, calorão nunca visto antes desde que a estação meteorológica foi inaugurada na região em 2006. Barretos também bateu o recorde histórico com 40,3ºC, esta estação foi aberta em 2010. Pradópolis registrou 40,2ºC, a primeira medição na cidade foi feita em 2008. Em Barra Bonita foram registrados 40,1ºC.

Já em José Bonifácio foi registrada a 2ª maior temperatura da história das medições na região, foram 40ºC. O recorde na cidade é de 41,3ºC marcados em outubro de 2012, segundo dados do INMET (Instituto Nacional de Meteorologia).

Calorão de ontem foi recorde dos últimos 53 anos em São Simão e Franca

O tempo seco e o calor extremo fizeram os termômetros dispararem em todo o Estado de São Paulo, mas o destaque vai para duas cidades que não registram temperaturas tão altas assim desde 1961, ano em que as medições começaram em ambas cidades.

A máxima chegou aos 39,5ºC em São Simão ontem, esta foi a maior temperatura da história da estação. O recorde anterior era de 39,2ºC vistos em outubro de 2012. Já em Franca foram 36,2ºC, o recorde anterior era de 35,6ºC marcado no último dia 13.

Na capital paulista não teve recorde, a máxima da terça-feira (14) alcançou os 30,8ºC. Já na última segunda-feira (13), foram 35,9ºC, esta foi a 4ª temperatura mais alta da história. O calor extremo continua em São Paulo nos próximos dias. 

Calor perde um pouco de força em São Paulo no fim da próxima semana

De acordo com a Somar Meteorologia, o calor diminui um pouco a partir do dia 24 de outubro, vale salientar que não chega a fazer frio. “Isso acontece devido a passagem de uma frente fria que traz chuvas mais frequentes à região e muda a direção dos ventos, o que provoca a diminuição da temperatura máxima em São Paulo”, comenta o meteorologista da Somar, Celso Oliveira. 

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